Protótipo de workflow clínico para reduzir fricção documental no atendimento de urgência.
English: Emergency-department workflow prototype focused on reducing documentation friction and unnecessary navigation.
Categoria: protótipo histórico de UX clínica.
O HMS registra uma etapa anterior de experimentação para a estação de pronto-socorro. O ZeraPS aprofunda o workflow e a modelagem temporal em outro repositório.
HMS não precisa ser incorporado à Radis nem migrado para o ZeraPS para que seu código continue útil como referência. Não há migração ou integração funcional implementada.
Estado: protótipo de desenvolvimento, não aplicação assistencial homologada.
Rastreabilidade: histórico do README · PRs.
| Competência | Evidência no projeto |
|---|---|
| Product discovery | problema observado no pronto-socorro transformado em hipótese de interface e fluxo |
| Prototipação clínica | estação navegável para apresentação, documentação, conduta, reavaliação e destino |
| Lógica client-side | JavaScript para estado de navegação, cenários e interação contextual |
| UX sob restrição | desenho orientado a rapidez, previsibilidade e redução de redigitação |
| Evolução de produto | decisões deste protótipo preservadas e posteriormente aprofundadas no Zera PS |
Portfolio signal: clinical UX · workflow prototyping · JavaScript · product iteration · emergency-care domain knowledge
O HMS é um projeto de interface para pronto-socorro de Clínica Médica. Foi criado a partir de um problema operacional concreto: em ambientes de alto volume, o médico precisa registrar, consultar e reutilizar informação clínica com velocidade sem transformar o atendimento em uma sequência de telas e redigitação.
A documentação de emergência tende a fragmentar o mesmo atendimento entre história, exame, conduta, resultados, reavaliação e destino. O HMS explora uma estação única que aproxima essas etapas.
ENTRADA
↓
APRESENTAÇÃO CLÍNICA
↓
DOCUMENTAÇÃO ESTRUTURADA
↓
CONDUTA / PENDÊNCIAS
↓
REAVALIAÇÃO
↓
DESTINO
- reduzir cliques e navegação desnecessária;
- manter informação clínica relevante visível durante o atendimento;
- organizar ferramentas por contexto;
- preservar continuidade entre avaliação inicial e reavaliação;
- oferecer uma interface responsiva, legível e utilizável sob pressão;
- permitir expansão incremental sem reconstruir o sistema a cada nova função.
O repositório contém uma Home e uma Estação Clínica navegável, com interface web estática e lógica em JavaScript. A arquitetura atual funciona como protótipo de produto e laboratório de UX clínica.
Arquivos centrais:
HMS/
├── index.html # Home
├── estação.html # estação clínica
├── estação.js # lógica de interação e cenários
├── css/
│ └── styles.css
├── styles.css
└── README.md
Velocidade não pode eliminar revisão. Atalhos devem reduzir trabalho mecânico, não confirmação médica.
Uma informação, múltiplos usos. Dados já registrados devem poder alimentar etapas posteriores sem redigitação desnecessária.
Contexto antes de ferramenta. Calculadoras, protocolos e campos devem aparecer quando forem pertinentes ao fluxo.
Interface previsível. Em emergência, consistência de navegação e hierarquia visual são requisitos funcionais.
- HTML5;
- CSS3;
- JavaScript;
- arquitetura client-side;
- compatível com publicação estática.
python3 -m http.server 8000Depois acesse http://localhost:8000.
O HMS representa uma etapa anterior da exploração de workflow clínico que posteriormente ganhou uma arquitetura documental e temporal mais explícita no Zera PS. Os repositórios são mantidos separadamente para preservar decisões, experimentos de interface e evolução do produto.
Protótipo em desenvolvimento. Não é sistema assistencial homologado e não deve ser utilizado como fonte autônoma de decisão clínica.
Projeto idealizado e desenvolvido por Dra. Joyce Radis, médica com atuação em pronto-socorro, a partir de necessidades observadas no fluxo real de atendimento.